Grafite: uma expressão artística

Grafite, vem do Italiano “graffiti”, que significa marca ou inscrição feita em um muro. Esta arte existe desde o Império Romano. Salta aos olhos nos grandes centros urbanos, sempre considerado por muitos como um ato de vandalismo por que “suja” as paredes dos edifícios, muitas vezes históricos. Porém, mesmo sendo uma “pixação evoluída”, o grafite é completamente diferente.

 

O writter (artista que pinta grafites) Thiago Vaz, 23, disse que “antigamente a pixação era diferente, pessoas a usavam para fazer protestos, repúdio, etc. Hoje não. É por pura adrenalina à marginalidade e a anti-lei. O grafite, mesmo sendo considerado uma pixação evoluída, é uma marte e muito diferente do pixar”.

 

O objetivo do grafite é expor desenhos como se fossem pinturas, nas quais seus quadros são as próprias paredes. Hoje existem diversos viadutos grafitados, em muitas cidades do País, e são obras bonitas e muito diferentes do que a convencional pixação.

 

Infelizmente, para estes artistas, o poder público e a própria sociedade repudiam o grafite como uma arte. É fato que, o grafite sendo reconhecido como uma arte e os desenhistas como profissionais, o número de vândalos pixadores seria muito menor.

 

“É mais fácil pensar que o grafite, além de tudo, não é uma forma de gasto. Claro que teria que pagar pelo trabalho mas, em contra partida, garotos que pixam podem trabalhar com grafite, com isto, baniríamos a pixação e teríamos, integralmente, uma exposição pelas cidades”, comenta Thiago.

 

Mas o grafite já é referência antiga, inclusive no Brasil. Alex Vallalri, artista plástico e grafiteiro, foi o precursor do grafite no Brasil e o grafiteiro mais importante do século passado.

 

 

 

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